Energia hidroeléctrica: Portugal

A estratégia de aumentar a produção de energia renovável, limpa e endógena contempla a construção de novas barragens. Portugal tem ainda mais de 50% do seu potencial hídrico por aproveitar, um dos mais baixos índices da Europa. É essa sub-utilização que sustenta o Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH), aprovado pelo Governo em 2007.

Além de ajudarem a reduzir a dependência energética do exterior, as barragens, em particular as reversíveis, têm outras vantagens: reforçam a segurança do sistema de abastecimento eléctrico e armazenam a energia excedentária produzida pelas eólicas.

Os oito projectos concessionados no âmbito do Programa Nacional de Barragens (PNB) só entrarão em pleno funcionamento no final da próxima década.

A EDP vai construir três destes projectos (Foz Tua, Fridão, Alvito). Estarão concluídos em 2016. Incluindo estes projectos, até ao final da década, o Grupo prevê acrescentar 3.500 MW ao seu actual parque hídrico, composto por 36 barragens.

Os grupos espanhóis Iberdrola e Endesa vão construir e explorar as restantes cinco barragens do PNB, cuja conclusão está prevista para 2018. Nessa altura, a capacidade hidroeléctrica do país deverá rondar os 9.000 MW, produzindo 17, 9 TWh/ano de produção bruta ou 13,3 TWh/ano de produção líquida de bombagem. Será o suficiente para abastecer 2,2 milhões de pessoas com electricidade produzida a partir de energias renováveis.

Barragens no Norte de Portugal

 

 

 

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